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quarta-feira, 21 de março de 2012

A qualidade da informação na era digital contribui com a educação.

Com o avanço tecnológico alcançado e a facilidade de se obter informação, tornou-se cada vez mais agradável e divertido a obtenção de conhecimento. Através da internet, televisão, mensagens via celular, todos estamos sempre bem munidos de notícias, tornado assim o ato de aprender mais prazeroso.


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uitas pessoas são contra os modos de informação atuais, os criticam afirmando a “falta de segurança”, e a “falta de pudor em algumas notícias”. Pretensiosamente sou contra todas as afirmações negativas quanto aos sistemas de informações da era digital, pois a facilidade que o manuseio das  tecnologias  nos oferece, possibilita novas esperanças na relação das pessoas , e até mesmo o progresso da educação, que aliada a era digital pode se fortalecer, e atrair cada vez mais a classe docente, seduzida pela inovação tecnológica.
 Se alguém ainda duvida dessas ideias de inclusão entre a tecnologia e a educação, basta visitar alguns colégios e centros educacionais, para perceber que todos os estudantes e professores utilizam um celular, ou algum outro aparelho que  transmite informações. Partindo daí pode se gerar,  uma “sedução” dos discentes e docentes para a prática da educação aliada as tecnologias de informação, como já existe hoje muitos cursos, que utilizam de dispositivo tecnológico para transmitir aulas mesmo estando a quilômetros de distância. Assim dinamizando e qualificando a educação, fazendo com que o nosso desejo pela tecnologia, seja revertido em aprendizado.
 Com tantos benefícios, a era digital é incontestável, a era perfeita no foco educacional, provocando a interatividade, permitindo melhores resultados e atualizando de forma igual e justa a todos os usuários. Dessa forma se colocando como principal caminho para a educação de qualidade. E esta em nossas mãos como usuários de toda essa tecnologia, administrar de forma racional a maravilha da era digital.

Graduando em Pedagogia: Janderson Lazaro Rodrigues dos Santos

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Educação da criança surda

A educação é fulcral no crescimento da pessoa. A educação da criança surda é um direito, faz parte da sua condição como ser humano, e o dever de educar é uma exigência do ser humano adulto, do pai e do educador.
Para a criança surda, tal como para a criança ouvinte, o pleno desenvolvimento das suas capacidades linguísticas, emocionais e sociais é uma condição imprescindível para o seu desenvolvimento como pessoa.

O ensino da Língua Portuguesa

A linguagem é essencial à vida em comunidade, pois é através dela que partilhamos ideias, emoções, experiências. Sem a linguagem as nossas potencialidades como ser humano ficam muitíssimo reduzidas.
No caso dos surdos oralizados, a escolarização envolve também sessões com fonoaudiólogos, leitura labial, uso de equipamentos para facilitar a comunicação e a participação ativa dos pais.
Mas o mesmo não acontece com uma porcentagem dos surdos cuja principal língua utilizada é a língua gestual, logo, para eles o conhecimento da escrita implica a aprendizagem de uma nova língua. Surgem então dois desafios:
  • Criação de condições que permitam o pleno desenvolvimento da criança;
  • Criação de condições que permitam a sua aptidão para interagir em diversos sistemas sociais e linguísticos: na comunidade de surdos e na comunidade ouvinte.
O sucesso escolar depende, em grande parte, do domínio da língua de escolarização. Além disso, a linguagem escrita é a modalidade de comunicação mais facilmente partilhável por surdos e ouvintes.

Como ensinar o surdo sinalizado a ler?

A criança com bom domínio da língua gestual tem vantagem, quando chega à escola.
Há três tipos de ambientes de aprendizagem:
  • Centrada no aluno - experiência linguística, hábitos literácitos da família, atitudes e valores;
  • Ancorada na avaliação - progresso do aluno, comparação com pares;
  • Referenciada ao conhecimento - autonomia e fluência da leitura; desenvoltura e correcção no uso multi funcional da escrita; conhecimento da estrutura da Língua Portuguesa.

Desenvolvimento social e emocional da criança surda

É por meio dos relacionamentos sociais que descobrimos o que é necessário para viver na nossa sociedade.
A família é o factor principal no que respeita à aprendizagem das questões sociais básicas. À medida que cresce, a criança convive cada vez mais com pessoas fora do círculo familiar, pessoas essas que, por sua vez, passam a ter parte activa na socialização da criança. Também a escola é importante – quase tanto quanto a família – pois proporciona à criança a convivência num grupo mais amplo de indivíduos (os seus pares). Os media exercem um papel modelador nos comportamentos sociais da criança e a educação religiosa é também um meio de transmissão de valores.
Na primeira infância, as interacções ocorridas desempenham um papel determinante no desenvolvimento social da criança. Estudos recentes concluem que a voz dos pais pode ser compensada com outros estímulos, tais como: sorrisos, carícias, expressões, etc. O educador (quer progenitor, quer outro) surdo do bebé surdo estabelece a ligação com a criança por intermédio de gestos, estímulos visuais e tácteis, de forma natural.
Já na idade escolar, pais e educadores mostram, frequentemente, alguma preocupação relativamente ao isolamento social da criança e ao aparecimento de comportamentos anti-sociais, ou faltas de educação. Dentre os factores de insucesso entre as crianças surdas, um dos mais relevantes será a falta do desenvolvimento da linguagem, uma vez que competência social está muitas vezes ligada a competência comunicativa. É também de extrema importância que a criança surda seja estimulada a ter uma boa auto estima, a aceitar o seu modo único de ser e a aceitar a surdez.
Quanto ao comportamento desajustado de algumas crianças surdas, esse facto deve-se, em muitas das vezes, à incompreensão das regras da sociedade, pelo que as mesmas lhes devem ser transmitidas com clareza e concisamente (se for necessário, usando ajudas visuais, tais como desenhos ou fotografias).
A surdez em si, não influencia o desenvolvimento sócio-emocional da criança.
A aprendizagem social ou educacional, precisa de contribuições desde o nascimento da criança. A criança surda precisa ser compreendida pelas suas características e o relacionamento interpessoal familiar faz diferença no modo como essa criança irá se identificar enquanto parte das relações sociais.



Desativado por tempo indeterminado

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Projeto Amigos do Abraço ''Por um mundo de caricias''

A turma do 4° semestre de Psicologia, promove um evento social nas ruas da nossa cidade, com o intuito de passar carinho e confiaça atraves de um abraço.Dentro desse projeto estarão alunos das turmas, de Pedagogia, do 1° e 2° semestre, e também a turma de Psicologia do 2° semestre. 

Contamos com sua participação.!



Obs: A Lista de participação, esta com o representante da turma de Pedagogia do semestre 2. Os interessados procura-lo até o dia 10/08/2011.

Camapanha do Abraço.

sábado, 6 de agosto de 2011

Filme Nell. (Linguagem)

 Neste Sabado das 09:30 às 13:00, foi apresentado o filme Nell, com a missão de debater sobre lingua e linguagem, atividade programada e executada pela professora mestre Aurea.

Obs: Para os Alunos que não puderam acompanhar, foi passada para o lider a missão de fazer cópias do filme e destribuir para os que não congratularam com o trabalho.